É impossível assitir ao filme e não chorar em algumas cenas.
Marley e eu é um filme simples, que conta a vida de um cão em uma família. Mas o cão é muito especial, ele não é apenas um animal de estimação, ele é um membro da família, um filho, um irmão.
O livro já havia me emocionado e demorei para ver o filme, esperei chegar em DVD para não dar muito vexame no cinema hehehe. Alugamos e como sempre fiquei reparando nas diferenças entre o livro e o filme (não a diferença de linguagem Dona Cíntia hahaha, mas na história). Mas os cachorros escolhidos pela produção são fofos, remetem a tudo que o Marely do livro remetia. Cara de bom moço, traquinagens sem intenção e um amor gigante. As cenas que emocionam continuam lá, e mais vivas, mais reais, mais tristes. Lágrimas foram pouco, era uma cachoeira.
Contando para minha mãe no dia seguinte, a frase que resumiu tudo: O filme deve ser bom, porque tu chorando é difícil.
E vale muito ver os extras no final com os erros dos cachorrinhos.
E a frase do Shakespeare do título não é forçada, pois é bem isso que acontece. Quem tem lágrimas certamente as derramará. E quem tem cachorros chora mais ainda e depois corre para abraçá-los.
2 comentários:
é verdade, até eu chorei horrores pra sempre com esse filme. bju.
fato. quem tem cachorro se identifica muito.
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